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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mecanismos de defesa ameaçados

Quando a boca cala.... o corpo fala!!!
Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.















- O resfriado escorre quando o corpo não chora.
- A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
- O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
- O diabetes invade quando a solidão dói.
- O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
- A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
- O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
- A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
- As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
- O peito aperta quando o orgulho escraviza.
- A pressão sobe quando o medo aprisiona.
- As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
- A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade...



sábado, 18 de fevereiro de 2012

A última corda


Existiu um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era um instrumentista fenomenal.

A verdade é que as notas que saiam de seu violino tinham um som diferente, mágico; por isso ninguém queria perder a chance de assistir a um espetáculo seu.

Certa noite, no palco de um auditório que estava repleto de admiradores para recebê-lo, Paganini surge, triunfante, e o público delira.

Ele, então, coloca o instrumento no ombro e o que vem a seguir é indescritível. As notas parecem ter asas e voar ao toque daqueles dedos mágicos, por assim dizer.

De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino arrebenta. O maestro pára. A orquestra pára. O público pára. Mas Paganini não pára.

Olhando para a partitura, continua a tirar sons maravilhosos do violino quebrado. A orquestra, empolgada, volta a tocar.

De repente, um som perturbador distrai novamente a atenção do público. Uma outra corda se rompe. Todos param novamente, menos Paganini.

Como se nada tivesse acontecido, ele esquece as dificuldades e avança, tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra ficam impressionados, mas o público não pode imaginar o que pode acontecer em seguida.

Todos na platéia, pasmos, gritam Ooohhh ! O som ecoa pela abóboda do auditório e uma terceira corda do violino se quebra.

O maestro pára novamente. A orquestra pára. A respiração do público pára. E outra vez Paganini não pára.

Como um contorcionista, ele tira todos os sons da única corda que sobrara do instrumento destruído. Nenhuma nota é esquecida.

Empolgado, o maestro se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. É a glória de Paganini.

Seu nome corre através dos tempos.

Ele não é apenas um violinista genial.

É o símbolo do profissional que avança diante do impossível !

Moral: Não importa o tipo de problema que o aflige. Pode ser pessoal, familiar, ou qualquer outra coisa que esteja afetando sua auto estima ou seu desempenho profissional. Tenha, entretanto certeza de uma coisa: nem tudo está perdido. Sempre haverá uma corda, e é se valendo dela que você exercerá seu talento. Tocando nela é que irá vibrar. Aprenda que a vida sempre lhe deixará uma última corda. Quando sentir desânimo, não desista. Ainda haverá a corda da persistência, do “tentar mais uma vez”, e a opção de dar um passo a mais com um novo enfoque

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Onde estarão vocês em 2022? e em 2040?

Há mais ou menos dois meses atrás eu comentava a última missa de 2011 e que tinha por motivo especial o aniversário de existência do Grupo de Jovens A.M.E.M e também o 40º aniversário da formatura de algumas professoras formadas no antigo colégio/faculdade Nossa Senhora do Carmo. Mais próximo do fim da celebração houve uma homenagem pra elas e pro A.M.E.M. Algumas se abraçaram, algumas delas me ensinaram as primeiras "continhas" e as primeiras silabas. Aquilo pra mim foi tão emocionante e assim não pude conter as lágrimas, eis que passou um filme na minha cabeça.
Agora questiono com os leitores e amigos pejoteiros: Alguém se deu conta da raridade que aconteceu nessa missa? Não? Rever amigos e ser amigos após 40 anos é muito chão! É muito valioso! É de suma importância!

A cada final de semana que vamos na missa, na sorveteria, nos encontros, nos retiros ou na serra, eu registro com meus olhos o rosto de cada um de vocês com câmera fotográfica ou uma filmadora no modo "movimento lento", na tentativa de fazer o tempo passar mais devagar quando estou com vocês, mas acaba sendo tão bom, que quando me dou por mim, já passou!

Seria muito bom se cada um pudesse se propor a não nos deixar perder no tempo e nos comunicar apesar das nossas obrigações do dia-a-dia e quem sabe puder nos encontrar daqui a quarenta anos também e relembrar tudo e visitar de novo as salas onde se realizava os encontros e assim deixar escorrer uma lágrima mista de alegria e saudade.

Isto vale pra todos meus amigos fora da PJ, na faculdade, de rua, todos... !
Que nós possamos administrar nosso tempo a nosso favor!



sábado, 28 de janeiro de 2012

"Ninguém vai resolver..."

Sim, estou em lugar lamentável por muitos e majestoso por mim. E não me perguntem o "Porque", "Como", Quando" e "Onde". Simplesmente estou curtindo a minha saborosa fossa e com o consentimento da minha psicoterapeuta. Entendo sua solidariedade, mas já de antemão eu sei que não poderá me ajudar, apenas torça que eu não esqueça de sair dela. Estar na fossa, pra quem sabe estar na fossa não é tão ruim quanto parece. Os sentimento mais negativos tornam-se doces, Usamos esses sentimentos até não sobrar mais nenhum e aí sim, poderei regressar de lá. É mais ou menos como a Ana Francisca, psicóloga, disse uma vez em sala de aula. Em terapia, mergulhamos o paciente nas suas questões mais inconvenientes, fazemos ele enxergar os caminhos certos e aí trazemos o paciente de volta que estava em suspensão.Só que este exercício é nós que fazemos. E aqui vou ficando assim como um zumbi, sem me mexer, sem sentir, sem chorar, sem rir e sem viver. Aqui, da fossa, comunico com vocês. Tudo é muito cinzento, sem explicação, sem respostas, caberá a mim encontrar a renovação em vida. Aqui encontro pessoas que perderam pra morte pessoas queridas, outros perderam pessoas queridas pro desamor, tem de tudo. Talvez eu saia logo, talvez eu preciso de uma mensagem da minha psicoterapeuta se eu demorar demais. E de lá posso regressar o mesmo, posso regressar com sequelas boas ou ruins, isso só o tempo poderá dizer... Decepção quase mata, pode ou não ensinar viver, basta querer, vamos ver o que ela reserva pra mim.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tempo, tempo, tempo, tempo ...





Ás vezes é preciso dar um tempo no amor, nas amizades, na vida. Não é todo dia que você está bem, não é todo dia que você está alegre, não é todo dia que você tem disposição. Não é sempre que as pessoas precisam de você, não é sempre que tudo vai estar bem ao seu redor. Ás vezes, um ‘tempo’ na vida, é o melhor para tudo, é a razão de sua melhora. Viver a cada dia, uns dias bons, outros ruins, mas sempre viver,hoje você está alegre, amanhã você pode estar triste. Ou hoje você está triste a amanhã algo te alegra.

Paradoxos


‎"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama..."

(William Shakespeare)